Vida vegetariana

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Archive for fevereiro 2010

Como as vacas viram bife

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O texto abaixo foi retirado do blog “Brazil Nut“, de Andréa N. O mesmo é uma tradução de um artigo publicado no jornal inglês The Guardian, por Safran Foer, autor do livro Eating Animals.

Bon apetit…

Como as vacas viram bife

Não é difícil imaginar por que a indústria da carne não deixa nem o mais entusiasta dos carnívoros chegar perto de seus matadouros. Até mesmo nos matadouros onde o gado morre rapidamente, é dificil imaginar um dia sem que vários animais (dezenas, centenas?) sejam mortos de maneira horripilante.

Num matadouro típico, o gado é conduzido por uma rampa até um receptáculo cilíndrico por onde sua cabeça vai se encaixar. O funcionário encarregado de abater, ou chamado “batedor”, atira com uma pistola pneumática entre os olhos da vaca. Um parafuso de aço penetra o crânio do animal normalmente levando-o à inconsciência ou à morte. Às vezes o tiro só atordoa o animal, que permanece consciente ou mais tarde acorda enquanto está sendo “processado”. Vamos ao que interessa aqui: os animais são sangrados, pelados e esquartejads enquanto conscientes. Isso acontece o tempo todo. A combinação velocidade de linha de produção, que aumentou 800% nos últimos 100 anos, e o pouco treinamento dos funcionários, que trabalham sob péssimas condições, é garantia de erros.

Em 12 segundos ou menos, a vaca que recebeu o tiro de pistola vai para o final da rampa e chega até o próximo funcionário, que vai amarrar uma corrente em volta das pernas traseiras e assim levantar o animal, deixando-o pendurado. Ele é agora mecanicamente transportado até o próximo funcionário, que corta as artérias da carótida e a veia jugular no pescoço da vaca. Ela é transportada novamente até a linha de sangramento, onde seu sangue será drenado por vários minutos.

Cortar o fluxo de sangue que irriga o cérebro do animal vai matá-lo, mas não instantâneamente. Se a incisão for feita de forma errada, isso pode restringir o fluxo de sangue, prolongando ainda mais o estado consciente do animal. “Eles piscam os olhos e esticam o pescoço de um lado pro outro, desesperados”, explicou um funcionário.

A vaca então é transportada pela linha até o “pelador de cabeças” – a parada onde a pele da cabeça do animal é arrancada. A porcentagem de gado ainda consciente nesse estágio é baixa, mas não é zero. Um dos funcionários acostumados com esse procedimento explicou: “Muitas vezes o “pelador” percebe que o animal ainda está consciente e começa a chutar enlouquecidamente. Se isso acontece, o pelador enfia uma faca na parte de trás da cabeça do bicho pra cortar a espinha”.

Essa prática, descobriu-se, imobiliza o animal, mas não o torna insensível. Não dá pra saber quantos animais passam por isso porque ninguém tem permissão de investigar isso a fundo.

Depois do pelador-de cabeças, a carcaça (a vaca) passa pelos encarregados das pernas, que são os funcionários que cortam as partes inferiores das pernas do animal. “Já os animais que voltam à vida nessa parte do processo”, disse um dos funcionários, “parece até que eles tentam escalar as paredes. E um funcionário não vai querer esperar até que chegue alguém lá pra tentar matá-los, então ele simplesmente corta a ponta das pernas com um tesourão. Quando se faz isso, o gado fica maluco, chutando pra todos os lados”.

O animal então é completamente pelado, eviscerado e cortado ao meio, e a essas alturas ele finalmente já está parecido com o bife – aquele que a gente vê pendurado na geladeiras e freezers, assustadoramente imóvel.

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Written by candeeiroverde

26 de fevereiro de 2010 at 4:11 pm

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Leite, carne e câncer – Parte V

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15/06/2005  – 10h11
Carne vermelha aumenta risco de câncer no intestino, diz estudo
da BBC Brasil

Um estudo europeu, publicado na revista do Instituto Internacional do Câncer, reforça a tese de que o consumo de carne vermelha pode provocar câncer no intestino. Os alimentos incluem carnes como as de boi, carneiro, porco e derivados como o bacon e o presunto.

O centro Investigação Prospectiva sobre o Câncer e a Nutrição da Europa (Epic, na sigla em inglês) diz ter encontrado novas provas de que a carne vermelha processada pode levar ao desenvolvimento da doença.

“Já suspeitávamos há algum tempo que o consumo a níveis elevados de carne vermelha e processada estava associado a câncer nos intestinos. Agora, temos certeza de que há uma relação séria, já que esse foi o maior estudo do gênero realizado na Europa”, disse Sheila Bingham, uma das autoras.

Os cientistas da instituição observaram os hábitos alimentares de mais de 500 mil pessoas na Europa ao longo de dez anos.

A conclusão é que as que comem mais de duas porções de 80 gramas de carne por dia correm 35% mais riscos de desenvolver a doença do que os que comem apenas uma (ou menos de uma) porção por semana.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) já havia recomendado um consumo maior de peixes e menor de carne.

Proteção

Os cientistas, no entanto, perceberam que os riscos de desenvolver câncer no intestino são menores entre as pessoas que ingerem muitas fibras por meio de alimentos como verduras, frutas e cereais.

A ingestão de peixe também é capaz de proteger as pessoas do problema, mesmo que elas comam carne vermelha.

Apesar de o ser humano ingerir carne vermelha há milhares de anos, o que os cientistas acreditam que ocorra nos tempos atuais é que o consumo do alimento, juntamente com altos índices de gorduras e carboidratos, esteja elevando os riscos de doenças como o câncer de intestino.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u43483.shtml

Written by candeeiroverde

25 de fevereiro de 2010 at 12:49 pm

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Leite, carne e câncer – Parte IV

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Atualizado às: 29 de novembro, 2004 – 18h02 GMT (16h02 Brasília)

Leite aumentaria risco de câncer no ovário, diz estudo

Câncer

O consumo exagerado de leite pode aumentar os riscos de as mulheres desenvolverem câncer de ovário, revelou um estudo sueco publicado na revista científica American Journal of Clinical Nutrition.

A pesquisa, realizada pelo prestigiado Instituto Karolinska, acompanhou mais de 60 mil mulheres.

Os pesquisadores concluíram que mulheres que bebem dois ou mais copos de leite por dia aumentam os riscos em até 50% de desenvolverem formas mais agressivas da doença.

Leite e produtos derivados do leite já haviam sido associados a outros tipos de tumores malignos, como os de seio e próstata.

13 anos

As mulheres foram acompanhadas durante cerca de 13 anos e tinham entre 38 e 76 anos de idade.

Durante esse período, 266 mulheres foram diagnosticadas com câncer de ovário – 125 delas com uma forma mais agressiva da doença.

Os pesquisadores constataram que as que ingeriam mais de quatro porções de produtos derivados de leite por dia corriam o dobro do risco de mulheres que consumiam menos de duas porções.

Os suecos descobriram que o leite seria o alimento mais associado ao câncer de ovário.

As mulheres que bebiam dois ou mais copos desenvolveram mais a doença do que as mulheres que não consumiam leite, ou consumiam apenas em pequenas quantidades.

A razão da associação do leite com a doença ainda é desconhecida. Mas uma teoria aponta a lactose, um tipo de açúcar encontrado no leite, como um possível estimulante de hormônios que, por sua vez, estimulam o crescimento de tumores.

Kate Law, da organização Cancer Research UK, responsável por pesquisas da doença na Grã-Bretanha, disse que ainda não está claro como os nutrientes, bem como a distribuição da gordura corporal, afetam o aparecimento de um câncer.

“Outras pesquisas já haviam apontado a lactose como um fator de risco para o câncer de ovário. Mas tudo ainda está meio obscuro. Outras pesquisas mostraram que o consumo de leite desnatado, por exemplo, representaria um menor risco”, disse Law.

A especialista disse esperar os resultados de um outro estudo em andamento, com mais de 500 mil pessoas, que avaliará com maior clareza o impacto da dieta no surgimento de tumores malignos.

Por enquanto, Law recomenda, por via das dúvidas, uma dieta balanceada.

Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/story/2004/11/041129_ovariomtc.shtml

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25 de fevereiro de 2010 at 12:42 pm

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Leite, carne e câncer – Parte III

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Ciência e Saúde

Saúde

Carne e leite: mais risco de câncer

13 de outubro de 2008

Pesquisadores da Universidade de Oxford, na Inglaterra, sugerem que comer carne e derivados de leite em excesso pode aumentar o risco de câncer de próstata. Segundo os cientistas, esses alimentos elevam os níveis do hormônio IGF-1, responsável por regular o crescimento e a morte celular. Além disso, níveis altos do hormônio IGF-1 podem ajudar na disseminação dos tumores. A pesquisa ainda mostrou que as células alimentadas pelo hormônio crescem mais rápido.

Para chegar aos resultados, os autores do estudo avaliaram 9.000 homens. Aqueles que possuíam mais IGF-1 no sangue tinham 40% mais chances de desenvolver o câncer na próstata, se comparados com aqueles que apresentavam menores índices do hormônio.
Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia-saude/carne-leite-mais-risco-cancer-prostata-390657.shtml

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25 de fevereiro de 2010 at 12:33 pm

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Leite, carne e câncer – Parte II

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O texto abaixo, publicado pela Divisão de Epidemiologia do Câncer e Genética do Instituto Nacional do Câncer (EUA), relaciona o consumo de produtos lácteos e suplementação de cálcio com o crescimento do risco de desenvolvimento de câncer na próstata, pulmão, colo do reto e ovários.

Cancer Epidemiol Biomarkers Prev. 2007 Dec;16(12):2623-30.

Dairy products, calcium intake, and risk of prostate cancer in the prostate, lung, colorectal, and ovarian cancer screening trial.

Ahn J, Albanes D, Peters U, Schatzkin A, Lim U, Freedman M, Chatterjee N, Andriole GL, Leitzmann MF, Hayes RB; Prostate, Lung, Colorectal, and Ovarian Trial Project Team.

Division of Cancer Epidemiology and Genetics, National Cancer Institute, NIH, 6120 Executive Boulevard, Bethesda, MD 20892, USA. Ahnj@mail.nih.gov

Higher intakes of calcium and dairy products, a major source of dietary calcium, are reported to increase the risk of prostate cancer, potentially due to reductions in circulating vitamin D with increasing calcium intake. We prospectively examined the association of dairy product and calcium intake with prostate cancer risk in 29,509 men, including 1,910 cases, in the Prostate, Lung, Colorectal, and Ovarian Cancer Screening Trial. We also evaluated the relation of calcium intake with serum 25-hydroxy-vitamin D [25(OH)D] and 1,25-dihydroxy-vitamin D [1,25(OH)(2)D], in a Prostate, Lung, Colorectal, and Ovarian Trial substudy (n = 275). Dietary intake was assessed using a food frequency questionnaire. Baseline serum 1,25(OH)(2)D was determined by RIA. Greater intake of dairy products, particularly low-fat dairy products, was weakly associated with increased risk of prostate cancer [relative risk (RR), 1.12; 95% confidence intervals (CI), 0.97-1.30; P trend = 0.06 for >2.75 versus < or = 0.98 servings of total dairy/day; 1.23 (1.07-1.41) for low-fat dairy]. Greater dietary calcium intake was associated with increased risk of prostate cancer (RR, 1.34; 95% CI, 0.93-1.94; P trend = 0.02 for >2,000 versus <1,000 mg/day), but greater supplementary calcium intake was not associated with the risk. Associations of dairy product and dietary calcium intake were evident for nonaggressive disease (RR, 1.20; 95% CI, 0.99-1.46; P trend = 0.01 for dairy products; 1.64, 1.04-2.57; P trend = 0.002 for dietary calcium), but not aggressive disease (RR, 1.02; 95% CI, 0.81-1.28 for dairy products; 0.94, 0.49-1.80 for dietary calcium). Calcium intake was not associated with serum 25-hydroxy-vitamin D and 1,25(OH)(2)D concentration. In this large prospective study in a prostate cancer screening trial, greater dietary intake of calcium and dairy products, particularly low-fat types, may be modestly associated with increased risks for nonaggressive prostate cancer, but was unrelated to aggressive disease. Furthermore, we found no relationship between calcium intake and circulating vitamin D.

PMID: 18086766 [PubMed – indexed for MEDLINE]

Fonte: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/18086766

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25 de fevereiro de 2010 at 12:28 pm

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Leite, carne e câncer – Parte I

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Estudo liga molécula da carne e do leite a tumores
29 de setembro de 2003 • 20h30

Uma molécula estranha aos seres humanos, achada na carne vermelha e no leite, pode entrar no organismo das pessoas quando comida – e parece ter um efeito especial sobre a formação de tumores, anunciaram hoje pesquisadores dos Estados Unidos.

O composto, chamado ácido siálico, é encontrado na superfície de células animais, mas não em humanos. Mas pesquisadores da Universidade da Califórnia em San Diego descobriram esse ácido no organismo humano e demonstraram que ele pode ser absorvido pelo consumo de carne vermelha e leite. Eles também provaram que o organismo produz uma resposta imunológica contra a molécula.

Ajit Varki e seus colegas escreveram na revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências dos EUA, que ainda é cedo para fazer qualquer recomendação com base na pesquisa. “É claro que já há recomendações no sentido de que as pessoas não devem consumir tanta comida que tenha gorduras saturadas, como produtos lácteos e carnes vermelhas”, disse Varki em uma nota. “A maior quantidade da Neu5Gc foi encontrada na carne ovina, suína e bovina”, disseram os pesquisadores. No frango, no peixe, nos legumes e nos ovos os níveis dessa substância eram muito baixos ou indetectáveis.

Varki, que não é vegetariano, disse que vários estudos já vincularam dietas ricas em carne e leite com o câncer, os distúrbios cardíacos e outras doenças. “As pequenas quantidades de Neu5Gc em tecidos normais também elevam a possibilidade de que os anticorpos anti-Neu5Gc estejam envolvidos na auto-imunidade”, disseram os pesquisadores.

A chamada doença auto-imune ocorre quando o corpo, por engano, ataca um tecido saudável. A diabetes-1 (que atinge jovens) e a artrite são manifestações deste problema. “Com respeito a isso, é interessante que a dieta vegetariana tenha sido sugerida para melhorar a artrite reumatóide”, afirmaram os pesquisadores no seu artigo.

Elaine Muchmore, que trabalha com Varki, desenvolveu um anticorpo capaz de destruir a molécula Neu5Gc, que existe em quantidades muito maiores nas células cancerígenas. Outros testes mostraram que a maioria das pessoas tem seus próprios anticorpos que reconhecem a Neu5Gc, o que poderia potencialmente iniciar uma resposta inflamatória do sistema imunológico.

“Comer carne certamente foi uma característica dos ancestrais humanos durante centenas de milhares de anos. Portanto, é de fato possível que os humanos tenham desenvolvido alguma tolerância ou indiferença à Neu5Gc. Entretanto, a maioria dos humanos continua produzindo anticorpos contra a Neu5Gc”, disse.

Segundo ele, é possível que as conseqüências disto só sejam sentidas com o avanço da idade, situação cada vez mais comum por causa do aumento médio da expectativa de vida. “Seja como for, estamos vivendo mais tempo agora, e a questão que surge é se a acumulação gradual da Neu5Gc e a presença simultânea de anticorpos possa ter envolvimento em alguma doença em uma etapa posterior da vida”, disse ele.

Reuters

Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI150473-EI298,00.html

Written by candeeiroverde

25 de fevereiro de 2010 at 12:13 pm

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Como nascem o(a)s bezerrinho(a)s

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O material abaixo foi retirado do site da ASBIA (Associação Brasileira de Inseminação Artificial – http://www.asbia.org.br/?informacoes/inseminacao_artificial). Em outras seções do mesmo site, você pode acompanhar a “evolução” da inseminação artificial no Brasil. Já não basta mais achar-se no direito de dispor da vida dos animais. Já não basta mais usurpar o leite, que não é feito para alimentar seres humanos, mas bezerros. Agora se tem que desrespeitar a natureza do animal e violar as vacas para que engravidem de acordo com os caprichos dos seres humanos. É isto que você quer consumir?

SEQUÊNCIA DA INSEMINAÇÃO

• Antes de iniciar a inseminação, examine atentamente a ficha do animal, e verifique as últimas ocorrências. Em caso de qualquer anormalidade ou se a vaca pariu há menos de 45 dias, não realize a inseminação.
• Contenha o animal no tronco e faça o exame do muco que deve ser semelhante a clara de ovo. Se o muco apresentar qualquer alteração, a vaca não deve ser inseminada. Todas estas observações devem ser anotadas na ficha do animal e comunicadas ao técnico responsável.
• Coloque sobre uma mesa ou balcão todo o material a ser utilizado.
• Corte uma pequena abertura no saco plástico de bainhas, na extremidade que contém a bucha, exteriorize a ponta de uma bainha por vez. Não retire a bainha até o momento da inseminação.
• Retire e prepare uma luva.
• Separe um pedaço de papel para secagem posterior da palheta.
• O aplicador universal serve tanto para a palheta média quanto para a fina. Verifique se a extremidade está adequada para o tipo de palheta. Retire o êmbolo metálico colocando-o de lado.
• Faça a limpeza do reto da fêmea, e em seguida utilize o papel para limpar a vulva. É muito importante uma cuidadosa higienização da vaca.
• Identifique o sêmen do touro a ser utilizado e abra a tampa do botijão.
• Levante a caneca contendo o sêmen até no máximo 5 cm abaixo da boca do botijão. Retire a dose de sêmen com o auxílio de uma pinça. Não ultrapasse 5 segundos para este procedimento. Em caso de dificuldade para retirar o sêmen, abaixe a caneca por alguns segundos e faça uma nova tentativa.
• Em seguida mergulhe a palheta com a extremidade da bucha voltada para baixo, em água a temperatura entre 35 e 37° C por 30 segundos. È importante cumprir à risca estas recomendações.
• Com a utilização do termômetro, verifique constantemente a temperatura da água para que não ultrapasse os limites especificados acima. Pode-se também utilizar um descongelador eletrônico que mantém a temperatura da água constante.
• Atenção: O sêmen nunca deve ser recongelado.
• Depois de descongelada, enxugue a palheta com papel toalha ou higiênico e corte a extremidade oposta a da bucha. Se for palheta média faça o corte em forma de bisel e se for palheta fina corte reto para evitar o refluxo do sêmen.
• Encaixe a extremidade cortada da palheta na bucha da bainha.
• Introduza o aplicador na bainha empurrando a palheta até a ponta. Fixe a bainha no aplicador através do anel plástico. Encaixe o êmbolo metálico vagarosamente até encostar na bucha da palheta.
• Vista a luva e com o aplicador montado dirija-se até a vaca.
• Tome muito cuidado com a higiene durante estes procedimentos. Os materiais não devem encostar nas instalações, roupas, animais e outros fômites que podem contaminar o sêmen.
• Abra a vulva da vaca e insira o aplicador na vagina, de baixo para cima.
• Introduza delicadamente a mão que está livre no reto do animal envolvendo e fixando a cervix. Oriente a introdução do aplicador até a entrada da cervix.
• Faça movimentos com a mão que está fixando a cervix até a passagem completa do aplicador pelos anéis.
• Deposite o sêmen após o último anel pressionando lentamente o êmbolo do aplicador.
• Retire o aplicador e o braço e faça uma leve massagem no clitóris da vaca.
• Retire a bainha descartável, envolvendo-a com o verso da luva e jogue-as no lixo.
• Periodicamente faça uma limpeza do aplicador universal com álcool.
• Em seguida anote todos os dados da inseminação na ficha do animal (Data da inseminação, período, nome do touro, nome do inseminador, etc)

Written by candeeiroverde

25 de fevereiro de 2010 at 11:14 am

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